No Brasil, efetivamente, o idoso surge como prioridade de Políticas Públicas de Saúde apenas em 2006 no Pacto pela Vida, que trouxe consigo a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSI). Apenas neste momento, passa-se a incorporar o conceito de Envelhecimento Ativo, lançado em 2002 pela Organização Mundial da Saúde, com a intenção de conquistar uma visão positiva deste processo, promovendo vida mais longa, que deve ser acompanhada de oportunidades contínuas para saúde, a participação e segurança do idoso. Possibilita, portanto, que às pessoas percebam o seu potencial para o bem-estar físico, social e mental durante a vida. Além de permitir ganho de autonomia, independência e saúde em seu sentido mais amplo, durante todo o processo de envelhecimento.

Na sequência, outras ações vieram, na intenção de colocar em práticas esse conceito e ainda, para os idosos mais dependentes, envolver a família no cuidado. Muitos desafios ainda persistem no sentido do preparo e direcionamento dos idosos e seus familiares para um envelhecimento saudável, com autonomia e qualidade de vida.

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